25 de maio de 2026
No Clube de Leitura e Escrita Criativa, as alunas continuam a ler o livro "Os Contrabandistas de Cristais" da coleção Clube dos Cientistas e têm feito experiências que parecem magia.
Já fizeram cristais e conseguiram encher balões sem nenhum esforço. Quando chegarem ao fim deste livro, vão ficar a saber quem foram os contrabandistas e a conhecer a magia das coisas.
17 de maio de 2026
Entre
os dias 4 e 8 de maio, ocorreu, na escola, a Semana do Bem-Estar.
A
Biblioteca Escolar contribuiu com diversas atividades em que participaram todas
as turmas.
Na
atividade Biblioteca Sensorial os alunos “testaram” os cinco sentidos.
No dia do Pedipaper, a Biblioteca foi um dos pontos de passagem onde os alunos tiveram de procurar livros com temática específica associada à saúde e ao bem-estar, e justificar as suas escolhas.
Na
Biblioteca foram dinamizadas ações de sensibilização pelas psicólogas do SPO de
acordo com a Estratégia de Educação para a Cidadania. Os temas foram os
seguintes: Métodos de Estudo; Higiene do Sono; Detetives dos Rótulos
– o que estás mesmo a consumir? Isto é amor?; Relações sem violência, Liga-te
ao Respeito.
14 de maio de 2026
Ana Maria Magalhães, irmã do falecido ator e escritor Tozé Martinho e de Manuel Maria Bastos de Oliveira Martinho, é filha do médico António Caetano de Oliveira Martinho e de sua mulher, Maria Teresa Guerra Bastos Gonçalves, conhecida atriz com o nome artístico de Tareka.
Ana Maria foi aluna do Colégio do Sagrado
Coração de Maria, em Lisboa, tendo lá concluído o antigo 7.º Ano do Curso Geral
dos liceus e é licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade
de Lisboa.
Casou com António Manuel Cabral de Magalhães, com
quem teve Tiago Filipe
de Oliveira Martinho Cabral de Magalhães e Mariana de Oliveira Martinho Cabral de
Magalhães, mãe das suas duas netas, Matilde Cabral de Magalhães Aguiar e Leonor Cabral de
Magalhães Aguiar. Divorciada deste, é casada, desde 1985, com Zeferino Coelho,
editor no grupo Leya da marca Caminho que publica, desde o início, a coleção “Uma
Aventura…”.
Professora de profissão e escritora
direcionada para a literatura infantojuvenil, é principalmente conhecida por
ter escrito a coleção “Uma
Aventura…” em dupla com Isabel Alçada, ex-Ministra da
Educação. Conheceram-se em outubro de 1979, no primeiro dia do ano letivo, na
sala de professores da Escola Básica Fernando Pessoa, em Lisboa.
Insatisfeitas com a falta de leitura
dos seus alunos do 5.º e 6.º ano, foram-se aventurando a elaborar pequenos
textos que eram distribuídos pelos seus alunos, sob o pseudónimo exótico de Anel
Alçães. Não conseguindo encontrar um livro de texto que se adequasse aos
interesses dos alunos, decidiram tentar escrevê-lo, tendo nascido assim, em 1982,
“Uma Aventura… na Cidade”.
O lançamento no mercado desta coleção superou as vendas das séries similares
inglesas de “Os Cinco” e “Os Sete”, escritas por Enid Blyton, preenchendo,
neste período, uma lacuna existente no mercado nacional para públicos juvenis,
uma vez que os pré-adolescentes e os adolescentes não tinham títulos originais
de autores portugueses à sua disposição. A partir daí, vários foram os
professores que começaram a usar os seus textos nas aulas, convidando as
autoras para irem às escolas.
A 17 de janeiro de 2006 ambas foram agraciadas
com o grau de Grande-Oficial
da Ordem do Infante D. Henrique.
“Uma Aventura…”
- série de livros de literatura infantojuvenil portuguesa com
ilustrações de Arlindo Fagundes, iniciada em 1982 e que conta já com 67
títulos, todos recomendados pelo Plano Nacional de Leitura. A coleção
segue as diversas aventuras de cinco jovens: as gémeas Teresa e Luísa, Pedro,
Chico e João. O cão das gémeas (Caracol) e o de João (Faial) por vezes também
entram.
“Viagens no Tempo”
- série de livros juvenis (recomendada a partir dos 10 anos)
editados pela Caminho, com ilustrações a preto e branco também de Arlindo
Fagundes. A coleção, com 16 títulos, vive em torno dos irmãos João e Ana, e um
cientista, Orlando, e pretende fazer uma abordagem leve e lúdica, mas rigorosa,
da História.
1 de maio de 2026
A data
remonta ao dia 1 de maio de 1886,
nos Estados Unidos da América,
quando mais de 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, numa
manifestação pacífica, exigindo a redução da jornada de trabalho para oito
horas pois algumas chegavam a dezassete horas! Em consequência, a polícia
tentou dispersar a manifestação, ferindo e matando dezenas de operários.
Porém,
a 5 de maio, os operários regressaram às ruas e registaram-se novamente
feridos, com manifestantes a serem presos. A opinião pública repudiou a ação da
polícia e do Governo, assim como das entidades patronais e, em 1889, o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris, decretou o 1º de Maio como o Dia Internacional dos Trabalhadores.
Em
Portugal, o 1º de Maio começou a ser festejado a partir de maio de 1974, após
a Revolução do 25 de abril, e
costuma ser comemorado em todo o país com manifestações, marchas, celebrações e
comícios, de forma a apresentar ao Governo e às entidades patronais quais as
necessidades e os direitos dos trabalhadores. Como feriado, é também uma
oportunidade para o trabalhador descansar.
A equipa da BE deseja a toda a Comunidade Educativa um Feliz Dia do Trabalhador!
A nossa equipa continua a trabalhar para tornar as crianças felizes.
28 de abril de 2026
O ser humano e os animais,
O som é produzido pela
Os instrumentos musicais são exemplos de fontes sonoras. Nesta aprendizagem irás perceber
Visitem-nos!
27 de abril de 2026
No passado dia 21 de abril, realizou-se o tão aguardado Concurso de Leitura, fase Municipal, um evento que reuniu alunos de diferentes Agrupamentos de escolas de Penafiel com um objetivo comum: celebrar o gosto pelos livros e pela leitura.
A iniciativa decorreu num ambiente de entusiasmo e concentração, onde cada participante teve a oportunidade de demonstrar as suas competências leitoras, expressividade e compreensão.
O júri teve a difícil tarefa de avaliar as prestações dos concorrentes, tendo em conta critérios como a dicção, a entoação e a interpretação. Todos os participantes estão de parabéns pelo empenho e dedicação demonstrados.
Este concurso revelou-se, mais uma vez, uma excelente forma de incentivar hábitos de leitura e de promover o contacto com a literatura, contribuindo para o desenvolvimento pessoal e académico dos alunos.
A equipa da biblioteca agradece a todos os que colaboraram na realização/apoio desta atividade e felicita, de forma especial, todos os participantes pelo seu desempenho exemplar.
23 de abril de 2026
O 25 de Abril de 1974, conhecido como a Revolução
dos Cravos, é um dos momentos mais marcantes da história de Portugal. Esta data
simboliza o fim de uma
longa ditadura e o início de um regime democrático, baseado na liberdade, na
igualdade e na participação dos cidadãos na vida política do país.
Antes do 25 de Abril, Portugal vivia sob o regime do Estado Novo, uma ditadura que limitava severamente os direitos fundamentais. Não havia liberdade de expressão, a censura controlava os meios de comunicação e a
polícia política
perseguia aqueles que se opunham ao governo.
Além disso, o país estava envolvido em guerras coloniais prolongadas, que causavam sofrimento humano e desgaste
económico.
A Revolução dos Cravos foi um movimento liderado por militares, mas contou com o apoio imediato da
população. Um dos aspetos mais simbólicos deste acontecimento foi a forma
pacífica como ocorreu: em vez de violência, os cidadãos colocaram cravos vermelhos nos canos das
espingardas dos soldados,
tornando esta revolução um exemplo único no mundo.
A importância do 25 de Abril reside, em primeiro lugar, na
conquista da liberdade. A
partir desse momento, os
portugueses passaram a poder expressar as suas opiniões livremente, criar partidos políticos e
participar em eleições democráticas. Este foi um passo essencial para a
construção de uma sociedade mais justa e plural.
Em segundo lugar, a
revolução permitiu importantes avanços sociais. Foram implementadas melhorias
na educação, na saúde e nas condições de trabalho. O acesso à escola tornou-se mais abrangente, contribuindo para a redução do analfabetismo, e o sistema de saúde foi progressivamente
alargado a toda a população.
Além disso, o 25 de Abril abriu caminho à descolonização,
pondo fim às guerras em África e permitindo que várias colónias se tornassem
países independentes. Este processo, embora complexo, foi fundamental para redefinir o papel de Portugal no mundo.
Por fim, esta data continua
a ser um símbolo de esperança e de cidadania. Recorda-nos que a liberdade não é
garantida para sempre e que deve ser protegida diariamente. Celebrar
o 25 de Abril é, portanto, homenagear todos aqueles que lutaram por um país mais livre e
democrático, e reforçar o compromisso com os valores que hoje consideramos
essenciais.
Ariana, João, Afonso Jesus e Beatriz 9ºA
22 de abril de 2026
O 25 de Abril, também
conhecido como “Revolução dos Cravos”, é um dos momentos mais importantes da história de Portugal, marcando o fim
de décadas de ditadura e o início de uma nova era de liberdade e democracia.
21 de abril de 2026
A Liberdade que Hoje Damos Como Garantida
O
dia 25 de abril de 1974 não é apenas mais um feriado, é um dos momentos mais
importantes da história portuguesa. Foi nesse dia que aconteceu a “Revolução
dos Cravos”, responsável por trazer a liberdade a Portugal, após muitos anos de
ditadura.
Na
verdade, para nós, jovens, às vezes é difícil perceber o que isso significa
realmente. Atualmente, podemos dizer o que pensamos, usar as redes sociais
livremente, escolher o que queremos estudar e até criticar o governo, sem medo.
Mas nem sempre foi assim. Antes do 25 de abril, as pessoas viviam com medo.
Havia censura, a polícia política controlava a população e muitas opiniões
foram proibidas.
O
mais impressionante é que essa revolução foi feita sem violência. As pessoas
saíram à rua, os militares juntaram-se ao povo e, de forma pacífica,
conseguiram mudar o país. Os cravos vermelhos tornaram-se o grande símbolo
desse dia, simples, mas cheio de significado. Estes representam a esperança, a
paz e a coragem de quem quis um futuro melhor.
O 25 de abril
mudou tudo: trouxe eleições livres, liberdade de expressão e mais direitos para
todos. Também teve um grande impacto na educação, permitindo que mais pessoas
tivessem acesso à escola. Assim, se hoje estamos a estudar e a pensar no nosso
futuro, devemos muito a esse momento.
No entanto,
mais do que decorar datas ou acontecimentos, talvez o mais importante seja
pensar no que fazemos com essa liberdade. Será que a valorizamos? Será que
respeitamos as opiniões dos outros, mesmo quando são diferentes das nossas? E
será que participamos ativamente na sociedade?
Para nós, o 25
de abril é um lembrete de que a liberdade não deve ser dada como garantida. Foi
conquistada e pode ser perdida, se não cuidarmos dela. Por isso, cabe a nós,
jovens, continuar a dar valor a esse legado e construir um futuro ainda melhor.
No fundo, o 25
de abril não é só sobre o passado, é sobre o presente e, principalmente, sobre
o futuro que queremos construir.
20 de abril de 2026
O
25 de Abril: O Dia em que Portugal Conquistou a Liberdade
O
25 de Abril de 1974 é uma das datas mais importantes da História de Portugal.
Neste dia, aconteceu a “Revolução dos Cravos”, que acabou com a ditadura e
trouxe a liberdade ao povo português.
Antes
desta revolução, Portugal vivia sob o regime do Estado Novo, liderado por
António de Oliveira Salazar e, mais tarde, por Marcelo Caetano. Durante esse
período, as pessoas não podiam dizer livremente o que pensavam, havia censura
nos jornais, na televisão e na rádio, e quem fosse contra o governo podia ser
preso. Além disso, Portugal estava envolvido em guerras nas colónias africanas,
o que causava muitas dificuldades às famílias portuguesas.
No
dia 25 de abril de 1974, um grupo de militares, denominado “Movimento das
Forças Armadas” (MFA), decidiu fazer uma revolução para mudar o país. Foi uma
revolta quase sem violência, porque a população saiu à rua para apoiar os
militares. Um dos símbolos mais conhecidos deste dia são os cravos vermelhos,
colocados nas armas dos soldados, o que deu origem ao nome “Revolução dos
Cravos”.
Esta
data foi um marco muito importante, porque, a partir desse momento, Portugal
tornou-se um país democrático. Os cidadãos passaram a poder votar em eleições
livres, escolhendo os seus representantes e a ter liberdade de expressão.
Também se constituíram vários partidos políticos e a população começou a
usufruir de direitos até então negados.
Outro
resultado importante foi a independência das colónias portuguesas em África,
apesar de ter sido um processo complicado.
Atualmente,
o 25 de abril é celebrado todos os anos como o “Dia da Liberdade”. Esta data
lembra--nos que a liberdade nem sempre existiu e que é importante defendê-la.
Para os alunos do 9.º ano, compreender o 25 de abril ajuda a perceber melhor a
importância da democracia e dos direitos humanos.
Assim, o 25 de abril não é apenas uma data histórica, mas também um símbolo de coragem e mudança, que continua a ser muito importante para Portugal.
8 de abril de 2026
De 23 a 26 de março,
celebrou-se em todo o Município de Penafiel a Semana da Leitura, uma iniciativa
de âmbito nacional.
O tema escolhido no AGPSOUSA foi
“Autores homenageados pela Escritaria”.
A BE selecionou excertos de
obras das escritoras Alice Vieira e Agustina Bessa-Luís, bem como a crónica
“Como escrever” de Miguel Esteves Cardoso, que enviou/distribuiu pelos JI,
escolas do 1.º ciclo e turmas do segundo e terceiro ciclos, com o objetivo da
concretização da atividade “Penafiel a Ler”, a qual consistiu na leitura e
exploração dos textos. Da parte da tarde, participou na Abertura Oficial da
Semana da Leitura, em Penafiel, com a representação performativa da crónica
acima referida pelo Clube de Teatro.
Ao longo da semana, foram
ainda desenvolvidas as seguintes atividades:
- “A vida das Letras”: Projeto
Pedagógico de promoção da leitura e da escrita na biblioteca da Escola Básica
de Fonte Arcada;
- Feira do livro na Escola Básica
de Lagares;
- Divulgação dos vencedores e
entrega dos prémios do momento escolar do Concurso Municipal de Leitura;
- Encontro com a escritora Isabel
Pinto na escola Básica de Lagares;
- Leitura de poemas sobre a
água no âmbito da comemoração do “Dia Mundial da Água” na escola sede;
- Concurso de Soletração realizado por alunos dos vários anos de
escolaridade na escola sede.
Com
esta semana, chegámos ao final deste longo segundo período letivo.
A equipa da
Biblioteca Escolar deseja a toda a comunidade educativa uma Páscoa feliz!
30 de março de 2026
O livro “Na floresta – história
com sons”, de Irena Trevison e Luna Scortegagna foi um dos livros utilizados na
dinamização da Hora do Conto, na Biblioteca Escolar de Lagares e que cativou
crianças e alunos.
O entusiasmo em folhear cada
página foi desencadeado não só pela leitura da história, mas sobretudo para
experimentar ouvir os diferentes sons, como a água em diferentes contextos, o
coaxar das rãs, o piar da coruja, o uivar do lobo, etc... Os sons são tão reais
que transportam para o ambiente mágico da floresta onde decorre toda a ação.
É uma pequena história com uma
grande mensagem onde um pequeno pirilampo, que se sentia triste por ser
pequeno, acaba por descobrir o seu grande valor observando que em conjunto com
os outros pirilampos iluminam a noite, trazendo luz para a floresta e fazendo
com que não seja tão escura e assustadora.
Este livro aguçou a curiosidade e
contribuiu para o gosto pelo livro.
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