O 25 de Abril, também
conhecido como “Revolução dos Cravos”, é um dos momentos mais importantes da história de Portugal, marcando o fim
de décadas de ditadura e o início de uma nova era de liberdade e democracia.
O 25 de Abril, também
conhecido como “Revolução dos Cravos”, é um dos momentos mais importantes da história de Portugal, marcando o fim
de décadas de ditadura e o início de uma nova era de liberdade e democracia.
A Liberdade que Hoje Damos Como Garantida
O
dia 25 de abril de 1974 não é apenas mais um feriado, é um dos momentos mais
importantes da história portuguesa. Foi nesse dia que aconteceu a “Revolução
dos Cravos”, responsável por trazer a liberdade a Portugal, após muitos anos de
ditadura.
Na
verdade, para nós, jovens, às vezes é difícil perceber o que isso significa
realmente. Atualmente, podemos dizer o que pensamos, usar as redes sociais
livremente, escolher o que queremos estudar e até criticar o governo, sem medo.
Mas nem sempre foi assim. Antes do 25 de abril, as pessoas viviam com medo.
Havia censura, a polícia política controlava a população e muitas opiniões
foram proibidas.
O
mais impressionante é que essa revolução foi feita sem violência. As pessoas
saíram à rua, os militares juntaram-se ao povo e, de forma pacífica,
conseguiram mudar o país. Os cravos vermelhos tornaram-se o grande símbolo
desse dia, simples, mas cheio de significado. Estes representam a esperança, a
paz e a coragem de quem quis um futuro melhor.
O 25 de abril
mudou tudo: trouxe eleições livres, liberdade de expressão e mais direitos para
todos. Também teve um grande impacto na educação, permitindo que mais pessoas
tivessem acesso à escola. Assim, se hoje estamos a estudar e a pensar no nosso
futuro, devemos muito a esse momento.
No entanto,
mais do que decorar datas ou acontecimentos, talvez o mais importante seja
pensar no que fazemos com essa liberdade. Será que a valorizamos? Será que
respeitamos as opiniões dos outros, mesmo quando são diferentes das nossas? E
será que participamos ativamente na sociedade?
Para nós, o 25
de abril é um lembrete de que a liberdade não deve ser dada como garantida. Foi
conquistada e pode ser perdida, se não cuidarmos dela. Por isso, cabe a nós,
jovens, continuar a dar valor a esse legado e construir um futuro ainda melhor.
No fundo, o 25
de abril não é só sobre o passado, é sobre o presente e, principalmente, sobre
o futuro que queremos construir.
O
25 de Abril: O Dia em que Portugal Conquistou a Liberdade
O
25 de Abril de 1974 é uma das datas mais importantes da História de Portugal.
Neste dia, aconteceu a “Revolução dos Cravos”, que acabou com a ditadura e
trouxe a liberdade ao povo português.
Antes
desta revolução, Portugal vivia sob o regime do Estado Novo, liderado por
António de Oliveira Salazar e, mais tarde, por Marcelo Caetano. Durante esse
período, as pessoas não podiam dizer livremente o que pensavam, havia censura
nos jornais, na televisão e na rádio, e quem fosse contra o governo podia ser
preso. Além disso, Portugal estava envolvido em guerras nas colónias africanas,
o que causava muitas dificuldades às famílias portuguesas.
No
dia 25 de abril de 1974, um grupo de militares, denominado “Movimento das
Forças Armadas” (MFA), decidiu fazer uma revolução para mudar o país. Foi uma
revolta quase sem violência, porque a população saiu à rua para apoiar os
militares. Um dos símbolos mais conhecidos deste dia são os cravos vermelhos,
colocados nas armas dos soldados, o que deu origem ao nome “Revolução dos
Cravos”.
Esta
data foi um marco muito importante, porque, a partir desse momento, Portugal
tornou-se um país democrático. Os cidadãos passaram a poder votar em eleições
livres, escolhendo os seus representantes e a ter liberdade de expressão.
Também se constituíram vários partidos políticos e a população começou a
usufruir de direitos até então negados.
Outro
resultado importante foi a independência das colónias portuguesas em África,
apesar de ter sido um processo complicado.
Atualmente,
o 25 de abril é celebrado todos os anos como o “Dia da Liberdade”. Esta data
lembra--nos que a liberdade nem sempre existiu e que é importante defendê-la.
Para os alunos do 9.º ano, compreender o 25 de abril ajuda a perceber melhor a
importância da democracia e dos direitos humanos.
Assim, o 25 de abril não é apenas uma data histórica, mas também um símbolo de coragem e mudança, que continua a ser muito importante para Portugal.
De 23 a 26 de março,
celebrou-se em todo o Município de Penafiel a Semana da Leitura, uma iniciativa
de âmbito nacional.
O tema escolhido no AGPSOUSA foi
“Autores homenageados pela Escritaria”.
A BE selecionou excertos de
obras das escritoras Alice Vieira e Agustina Bessa-Luís, bem como a crónica
“Como escrever” de Miguel Esteves Cardoso, que enviou/distribuiu pelos JI,
escolas do 1.º ciclo e turmas do segundo e terceiro ciclos, com o objetivo da
concretização da atividade “Penafiel a Ler”, a qual consistiu na leitura e
exploração dos textos. Da parte da tarde, participou na Abertura Oficial da
Semana da Leitura, em Penafiel, com a representação performativa da crónica
acima referida pelo Clube de Teatro.
Ao longo da semana, foram
ainda desenvolvidas as seguintes atividades:
- “A vida das Letras”: Projeto
Pedagógico de promoção da leitura e da escrita na biblioteca da Escola Básica
de Fonte Arcada;
- Feira do livro na Escola Básica
de Lagares;
- Divulgação dos vencedores e
entrega dos prémios do momento escolar do Concurso Municipal de Leitura;
- Encontro com a escritora Isabel
Pinto na escola Básica de Lagares;
- Leitura de poemas sobre a
água no âmbito da comemoração do “Dia Mundial da Água” na escola sede;
- Concurso de Soletração realizado por alunos dos vários anos de
escolaridade na escola sede.
Com
esta semana, chegámos ao final deste longo segundo período letivo.
A equipa da
Biblioteca Escolar deseja a toda a comunidade educativa uma Páscoa feliz!
O livro “Na floresta – história
com sons”, de Irena Trevison e Luna Scortegagna foi um dos livros utilizados na
dinamização da Hora do Conto, na Biblioteca Escolar de Lagares e que cativou
crianças e alunos.
O entusiasmo em folhear cada
página foi desencadeado não só pela leitura da história, mas sobretudo para
experimentar ouvir os diferentes sons, como a água em diferentes contextos, o
coaxar das rãs, o piar da coruja, o uivar do lobo, etc... Os sons são tão reais
que transportam para o ambiente mágico da floresta onde decorre toda a ação.
É uma pequena história com uma
grande mensagem onde um pequeno pirilampo, que se sentia triste por ser
pequeno, acaba por descobrir o seu grande valor observando que em conjunto com
os outros pirilampos iluminam a noite, trazendo luz para a floresta e fazendo
com que não seja tão escura e assustadora.
Este livro aguçou a curiosidade e
contribuiu para o gosto pelo livro.
Mia Couto escritor e
biólogo moçambicano
António
Emílio Leite Couto escolheu o pseudónimo Mia Couto porque adora gatos e quando
era pequeno acreditava que era um deles.
Ø Biografia (resumida)
Nasceu no
dia 5 de julho de 1955 na cidade da Beira, em Moçambique. Aos 14 anos de idade, publicou alguns poemas
no jornal "Notícias da Beira".
Três anos depois, em 1971, mudou-se para a cidade capital de Moçambique
que se chamava Lourenço Marques na altura (agora chama-se Maputo). Estudou
medicina durante dois anos, mas abandonou este curso e passou a ter a profissão
de jornalista depois do 25 de Abril de 1974. Em 1983,
publicou o seu primeiro livro de poesia, Raiz de Orvalho.
Mia Couto
entrou no curso de Biologia na Universidade
Eduardo Mondlane, em Maputo, Moçambique, em 1985, após
abandonar a carreira de jornalista. Terminou a sua licenciatura em Biologia,
com especialidade em Ecologia, no ano de 1989.
Como biólogo, dirige as Avaliações de
Impacto Ambiental, IMPACTO Lda., empresa que faz estudos de impacto ambiental,
em Moçambique. Mia Couto tem realizado pesquisas em diversas áreas,
concentrando-se na gestão de zonas costeiras. Além disso, é professor da
cadeira de ecologia em diversos cursos da Universidade Eduardo Mondlane (UEM).
Ø Curiosidades:
O Pseudónimo Felino: António Emílio Leite Couto adotou o
nome "Mia" porque, em criança, tinha uma paixão tão grande por gatos
que comia com eles e imitava os seus miados. A família passou a tratá-lo por
"o miado", que evoluiu para Mia.
Biólogo e Escritor: Ao contrário de muitos autores a tempo
inteiro, Mia Couto é biólogo de profissão. Ele afirma que a biologia o
ajuda a escrever, pois ensina-o a observar o mundo e as pequenas formas de vida
com uma sensibilidade diferente.
Herança Literária: O seu pai, Fernando Couto, era um
conhecido jornalista e poeta em Moçambique, o que influenciou o seu contacto
precoce com as letras.
Ø Curiosidades
da obra:
Mia
Couto é mestre em criar palavras novas (neologismos), um processo que ele chama
de "falinventar": inventar, falando. Ele mistura palavras em português com oralidade e o
ritmo das línguas moçambicanas, criando termos como
"desadormecer" ou "esperançar".
Eis mais
alguns exemplos:
Exactamesmo: junta "exactamente" e "mesmo",
usada para reforçar uma certeza.
Abensonhadas: Título da obra Estórias Abensonhadas,
mistura "abençoadas" com "sonhadas".
Brincriação: Reúne "brincar" e "criação".
Minimozito: Um diminutivo carinhoso e extremamente pequeno para
algo ou alguém.
Inutensílio: Combinação de "inútil" e
"utensílio", referindo-se a objetos que perderam a função prática.
Ø Alguns dos Prémios atribuídos:
Ø Prémios por Obras Específicas
Ø Outras Distinções Importantes
OBRA LITERÁRIA
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§ Principais Romances Terra Sonâmbula (1992) A Varanda do Frangipani (1996) O Último Voo do Flamingo (2000) Trilogia As Areias do Imperador (2015-2018) Composta
por Mulheres de Cinza; A
Espada e a Azagaia; O Bebedor de
Horizontes O Mapeador de Ausências (2020) |
§ Contos e Crónicas Vozes Anoitecidas (1986) Cada
Homem é uma Raça (1990) Compêndio
Para Desenterrar Nuvens (2023) § Poesia e Literatura Infantil Raiz de Orvalho (1983) Poemas Escolhidos O gato e o escuro (2001) A chuva pasmada (2004) O beijo da palavrinha (2006) O menino no sapatinho (2013) A água e a águia (2019) As Sementes do Céu (2025) |
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Fonte: Instituto Camões, RTP Ensina, Infopédia, Wikipédia.
De 25 de fevereiro a 2 de março,
“O Vendedor de Felicidade” de Davide Cali, foi a história que as crianças e
alunos ouviram ler na Hora do Conto, na Biblioteca Escolar de Lagares.
A felicidade é o mais importante na vida e por isso o senhor Pombo, um dos protagonistas da história, decide vendê-la em frascos de diferentes tamanhos. . .
O que é a felicidade? Podemos
vender ou comprar felicidade?
O que posso dar ou fazer para
ajudar os outros a serem mais felizes?
O que gostaria de ter para ser
mais feliz?
As respostas são diversas e todas
significativas para cada um. Apesar de ser uma pequena história, a reflexão que
proporcionou foi grande em momentos felizes de partilha!
Atualmente, a internet faz parte integrante do quotidiano dos nossos jovens — seja para estudar, comunicar ou para momentos de lazer. Contudo, o mundo digital apresenta também diversos perigos, como o ciberbullying, o acesso a conteúdos inadequados, a exposição excessiva de informação pessoal e o contacto com desconhecidos.
Conscientes de que os pais e educadores desempenham um papel fundamental na educação digital, esta iniciativa procurou reforçar a importância de acompanhar, orientar e dar o exemplo, mais do que apenas controlar. Juntos, podemos contribuir para que a internet seja um espaço mais seguro, saudável e positivo para todos.
A sessão contou com a presença de quatro profissionais convidados. Estiveram connosco dois agentes da GNR do programa Escola Segura, que abordaram questões relacionadas com a segurança online, os principais riscos associados à utilização da internet e estratégias eficazes de prevenção.
Participaram ainda duas psicólogas do nosso agrupamento, que trouxeram uma perspetiva emocional e comportamental sobre o tema, ajudando a comunidade educativa a compreender o impacto do mundo digital no desenvolvimento das crianças e jovens, bem como a identificar estratégias para promover uma utilização equilibrada e saudável das tecnologias.
Agradecemos a disponibilidade e o contributo de todos os intervenientes e esperamos que esta iniciativa tenha sido um momento enriquecedor de aprendizagem e reflexão para toda a comunidade educativa.